Carnaval 2020

As Minhas camisolas de Homem com algumas das Atividades

23.02.20 | Rogério Rosa

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          As camisolas de Homem, que também há para Mulher.

#agazetadoreporter

Absolutamente Astronauta!

É a Mascara mais carismatica de todo o programa.

É sem dúvida o melhor programa, alguma vez dado em televisão.

Quando começamos a ver, vamos tendo alguma máscara mais destacada. Mas, o Astronauta, conseguiu reunir muitos consensos.

A Sic, depois da mudança de Cristina Ferreira da tvi para a Sic, tem subido em audiência, importância e agora em programa.

morreu Tozé Martinho, hoje no Hospital de Cascais

Morreu neste domingo, 16 de fevereiro, o ator e argumentista Tozé Martinho, aos 72 anos. Segundo publica a SIC Notícias, o ator sentiu-se mal na tarde de domingo e foi levado ao hospital de Cascais, onde faleceu.

Recorde-se que Tozé Martinho teve um AVC em 2014 e no ano passado fez uma cirurgia ao colo do fémur depois de uma queda aparatosa.

Tozé Martinho trabalhou como ator e argumentista em muitas novelas. Destacam-se produções na TVI como “Louco Amor”, “Sentimentos” e “A Outra”, entre 2007 e 2012.

Sem esquecer que as nossas televisões rejeitaram por várias vezes, os seus guiões para novas novelas.

Quando se morre, todos se vergam, mesmo as televisões evocam o esforço, o trabalho como ator e argumentista, mas em vida, não quiseram mais tê-lo como autor e ator. Era Advogado, ator e autor das melhores novelas, que até hoje feitas em televisão.

As minhas condolências á família!

Rogério Rosa

Rogério Rosa! Estou como Sou no Radar de Informação!!

Nasci em Alcântara em 1964. Junho, dia14. Primeiro co o nome de José Carlos e mais tarde, alterado para Rogério.

Estrei-me em teatro aos 13 no colégio, mas foi aos 19, que me estreei em público na Academia de Santo Amaro com um monólogo chamado “Marco, um Produto de Esgoto da Cidade” para o Festival da Malta-84. Estrei-me na televisão em 2001 e em 2008 no cinema.

A paixão pela escrita deu-se, em 2015, e em 2017 frequentei um curso de Jornalismo de Investigação e Produção Multimédia, no Cenjor, onde voltei a frequentar o curso de Desenvolvimento de Sites para Jornalistas e Atelier de Imprensa. Cerca de 3 anos depois, regresso ao Cenjor para os cursos de Técnicas de Comunicação Oral e agora, a frequentar o curso de Comunicação e Plataformas de Apresentação.

Tenho também um blog magazine chamado A Gazeta do Repórter da Sapo. Contudo, procuro aprender, mas acima de tudo trabalho onde possa colocar em prática.

Como são os castings para o "Big-Brother-2020" e "Ver para Crer"? Foram Preconceituosos!

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          Inscrevi-me para participar no reality-show. Sem eserança de ser chamado. Já o tinha feito em edições anteriores e nunca fora chamado. Depois de um ionquérito online de 84 perguntas, muitas deles muito pessoais, outras bem estúpidas de quem pouco entende de as fazer. Respondi e enviei, sem grande espetança.

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          Passado bastante tempo, recebo uma chamada para ir ao 1º casting. Fui sem nehuma espectativa. Cheguei, dei o nome, preenchi uma declaração de direitos de imagem, e tiraram umas fotos e esperei. Ao que tinha percebido, eram 4 pessoas a fazer as entrevistas. Esperei mais de 2 horas. Uns iam entrando, iam ao casting e eu ali. Ia vendo os candidatos a futuros concorrentes e eram uns pior que outros, nem sei se eles tinham mesmo a noção de que iam ser escolhidos, tal era as figuras com que apareceram. Fui finalmente chamado. Subi ao 4º andar e entrei numa sala, onde estavam lá 2 pessoas. Sentei-me e o homem, não me parecia saber fazer perguntas e até pouco simpático. Disse que ja estavam um pouco atrasados e que queriam despachar. Se não levassem mais de 30 minutos com cada candidato, se calhar tinham tempo. A senhora era mais simpática, no entanto, o homem não tinha mesmo talento, para fazer entrevistas e perguntava tudo o que não interessava ao programa, mas sim, por mera cusquice. Eu tinha tudo o que era pedido, carisma, sem espectativas nenhumas e inspirador, como ator e jornalista e deficiente visual. Uma das perguntas era precisamente, o porquê de querer ir e que mensagem poderia deixar? Respondi, que iria despertar conciências dentro e fora da casa. Fazer todo o tipo de atividades que a “Voz”, pedisse. Isto para provar que as limitações visuais nada me impediam e ao mesmo tempo, despertava nos outros deficientes, vontade de ir de enfrentar o preconceito da sociedade, que continua a achar, que somos bons, de coragem, mas que não nos dão qualquer oportunidade de levar por mais adiante. O homem, que falava mais do que ouvia e manifestou ali o preconceito e quase disse que não iria passar ao 2º casting e não é que veio mesmo a acontecer? Burro!

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                    Fui ao casting do concurso”Ver pra Crer”, era na Casa do Artista. Nesse dia de manha, até me tinha enganado no metro, mas lá acabei por chegar. Dei o nome, assinei uma declaração de direitos de imagem e tiraram-me uma foto para anexar á ficha de inscrição. Esperei e subimos 4 pessoas para a simulação. O casting consistia em fazer-se uma simulação do concurso. Entrámos para uma sala, onde stavam 2 senhoras. Sentámo-nos pela ordem da nomeração. Foi-nos explicado como funcionaria, embora todos já conhecessemos bem o programa. Eu, que até o via todos os dias á noite, sabia de cor. Tanto mais que era ator e já tinha trabalhado com a Ana Guiomar em 2 novelas”Vila Faia” e “Perfeito Coração”, embora em núcleos diferentes. Jogou-se as 2 vezes cada par e até ganhámos. Tudo levaria a querer que eu iria ser selecionado, por trouxe alegria, era ator, e tudo levava a crer. Falei que tinha limitações voisuais, e ao que parece, foi o motivo para não o ser-

          Só se consegue combater o preconceito, lutando, mostrando e despertando conciências e ivocar sempre o direito a ser reconhecido pelo trabalho, esforço e dedicação e o direito ás oportunidades como todos os outros atores. Há atores portadores de deficiência que são fantásticos e que a unica pessoa que acredita neles e lhes dá a mão chama-se Marco Paiva, que na Crinabel, quer no projeto Terra Amarela e que dá as condições de receberem do que fazem. 

          Não acreditava muito, que quem fosse responsável por castings, fossem ignorantes e preconceituosos, mas enfim, há-os! Já tinha concorrido ao”Factor X”, e ali não reparei em nada a não ser, a grossaria com que estavam para com os outros concorrentes. Esta é a realidade que se passa nos bastidores, nos castings porquem recebe e não percebe de música e de mensagens, que são legítimas, para consciencializar toda a opinião pública sobre os deficienbtes e as suas capacidades de serem e fazerem o que mais gostam!

Vitor Miguel Moreno, o Médico Oftalmologista – O Profissional e o Amigo! A Homenagem

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          Vitor Miguel Maduro. Médico de Oftalmologia no Hospital dos Capuchos e o meu Medico! Numa altura em que começa a existir violência, sobre a classe médica, onde também aceleram processos crime contra médicos por negligências e outras coisas menos éticas, há ainda outros, que se preocupam com os seus utentes. Uma preocupação, que nasce com o prazer de ser e de talento nato. Médicos que viram amigos dos próprios utentes, não é vulgar, mas pode acontecer. O que é raríssimo, é o interesse no utente, no acompanhamento e no vibrar com as atividades dos próprios utentes, se forem atores como é o meu caso. Depois, o de seguirem as redes sociais uns dos outros. De refererir o profissionalismo e o interesse com que me tem seguido. A atencão com ele vê e partilha com colegas e estagiários, o meu Peterson! Sim, chama-se Sindrome de Peterson, o que tenho, desde os 18 meses de idade.Tenho sido bem bafejado no piso 1 de Oftalmologia, onde tenho sempre plateia e interessados em (ver para crer) algo inédito. Mas o meu Médico, Vitor Miguel Moreno, também me segue no Instagram, como eu sigo o dele e partilho, o que vou fazendo como ator e jornalista.

          Muitos sabem que ser-se Médico, não é apenas só hospitais, clinicas. Todos têm vida social, que se divertem, que viajam, que vão a festas. E o  Dr. Vitor Maduro, não podia ser diferente:

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ferias chicago.jpg          Depois de tudo e da outra vida própria de um homem normal, volta de novo ao hospital e segue o ritmo profissional. O interesse pelo utente e pelo que faz, faz dele, um ser humano diferente, porque só assim, faz a diferença!

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          Estou grato ao Dr. Helder, que ao ter deixado de ser Médico nos Capuchos, me deu a oportunidade de conhecer e ser acompanhado por este homem, que apesar de Oftalmologista, é de certeza, bom pai e melhor marido!

          Muito Obrigado e espero que a nossa amizade continue para além de utente-Médico!

Encontro com o ator brasileiro Paulo Betti no Teatro A Barraca e o Confronto sobre Regina Duarte!

  sempre uma grande emoção quando temos a oportunidade de conhecer ao vivo os atores brasileiros, que desde 1978, aproximadamente se tornaram a nossa referência. Desde as novelas “Gabriela”, passando por “O Casarão”, “Ciranda de Pedra”, “Sinhazinha Flô”, “Escrava Isaura”, ” Olhai os Lírios do Campo”, “Dona Xepa”, “O Astro”, “Roque Santeiro”, “Ciranda Cirandinha” até ao emblemático “O Sitio do Picapau Amarelo”, sem esquecer” O Pai Heroi”, Top Model”, “Baila Comigo”, “Dancing Days”, “Água Viva” ou “Kanaga do Japão”. Todas nos inspiraram e todas nos mostraram como ser ator!

          Hoje, há de facto um intercâmbio entre Portugal e Brasil. Hoje, há atores portugueses a trabalharem na Globo, mas sem esquecer que no passado houve uma atriz portuguesa, que participou na novela “O Casarão”, a saudosa atriz Laura Soveral. Mais tarde, foi a vez de Paulo Pires e Marques Arede na novela “Salsa e Merengue e só depois, chegou a vez de Maria João Bastos, Ricardo Pereira, Joana Solnado, Paulo Rocha, Gonçalo Diniz e Pedro Carvalho.

    Ontem, fui até ao Teatro A Barraca e conheci o grande Paulo Betti. Ouvir as suas opiniões sobre a carreira, a política no Brasil e tudo o que o povo português quer saber. Está em Portugal para apresentar o seu espetáculo “A Minha Autobiografia Autorizada” com o apoio Globo. Eu estava mortinho para lhe fazer aquela pergunta, que sabia ou calculava ser tabu no meio artistico brasileiro, Regina Duarte e a saída da Globo ao fim de 50 anos de lá trabalhar para o Governo de Bolsonaro. Aproveitei também ter já o meu podcast RADAR DE INFORMAÇÃO, fiz a pergunta e gravei o comentário. De inicio como ninguém esperava tal ousadia, fez-se um ruído no bar do teatro entre atores e não atores presentes, pois já calculavam, que a pergunta inesperada iria surtir efeitos no público e no próprio Paulo Betti. Seja como for, foi fantástico conhecê-lo. Antes disso, tirei uma sélfie com ele e apresentei-me como ator com limitações visuais, único no ativo que fez novelas, cinema e teatro e curiosamente, fiz ali na A Barrraca, um monólogo chamado “Baco, Deus do Vinho”, fazendo parte de um grupo de teatro 12 em regime de crawfounding para uma peça em tamanho maior e co-participada pela contribuição do público. Ele simpáticamente ouviu com interesse e ficou muito satisfeito pela coragem e pela forma como me mantenho, numa área tão complexa, mas ao mesmo tempo, tão boa!

https://anchor.fm/radar-de-informacao/episodes/Poema-de-Manuela-Baptista–ditto-por-Rogerio-Rosa-eaf1oi?fbclid=IwAR2cO2VFjWNRSbpNJPCa5QEfDFq86mop9szUUP8k7pzL6e7M1H5feU0PJsk

"Nada Sucede por Acaso" – O Filme por Vitor Bom Norte

Bom Norte4 h ·

Obrigado pela vossa participação.

Rogério Rosa Joao Ventura Tourao Maria Vilar Fátima Custódia Manuel Custódia Fernando d’Oliveira Isabel Rendeiro Maria Martins Mário Alves Maria De Lurdes Boleto Tânia Estronca Eva Barros #nadasucedeporacaso.

A Importância da Voz

Raquel Tavares abandona a Carreira e Depois?

  É estranho acharem chocante e triste, o abandono da música pela Raquel Tavares. Se o fez foi porque quis, ninguém a forçou e depois, quantas Raqueis Tavares, não abandonaram os palcos com carreiras solidifica das, quer na representação, música ou outra atividade artística por não se lembrarem delas/deles? Quantos atores/atrizes, se viram obrigados a terem de trocar a carreira média e longa, porque deixaram de ter convites, gente que chegaram a ser protagonistas de novelas e séries juvenis. Quanto à Raquel Tavares, claro que é pena. Canta muitíssimo bem, mas é mais uma vítima do sistema da nossa cultura e acim

"Viver sem Ver", A Reportagem!

Sónia Manzarra, coordenadora do Serviço de Reabilitação e Ação Social da ACAPO, Anabela Miranda, psicóloga na Delegação de Lisboa, Fernando Santos, responsável pelo Departamento de Informática da ACAPO e o utente Mauro Vicêncio, participaram na reportagem, “Viver sem Ver”, transmitida no “Fala Portugal”, noticiário da Record TV. 🗣

A reportagem tem como objetivo chamar a atenção da população em geral para as questões relacionadas com a deficiência visual. Agradecemos desde já à equipa responsável a atenção dada ao tema. 🤝

Assista à reportagem na integra através do link que se segue

É preciso que se difunda esta forma de divulgar mais e melhor a maneira de viver de gente, que nasceu cega e a que perdeu, numa idade recente. Um excelente demonstração dos 2 intervenientes e da Psicóloga Anabela Miranda, que contextualizou o antes e o depois destas 2 formas de estar na vida aprenderem de novo a Viver. Sem esquecer que todos os deficientes, têm direito a serem acarinhados, acompanhados e apoiados, seja na família, no emprego e ou nas suas atividades. Acreditar na capacidade dos deficientes quer no meio artístico, quer a terem um emprego, é mais do que essencial, é um dever de quem pode fazer!

Balanço de 2019

Desde Janeiro, que se tem verificado uma certa evolução. Comecei o ano por fazer a cadeira de Politica Social na Faculdade, passando com 15 valores. Depois, um workshop sobre Linkedin. Em Fevereiro, comecei uma formação na Oed, onde se reveu a postura em entrevistas de emprego para deficientes visuais. Entretanto, tive o privilégio de ir á Cmtv para pedir ao Moita Flores para me autografar o seu livro que tinha adquirido o”Mistério do Crime de Campolide”. Ainda em Fevereiro, fiz uma visita á Rádio Amália. Nunca tinha conhecido assim, uma rádio, onde os artistas cantam ao vivo e onde há um público específoico. O mais engraçado, é que acabam por ser depois entrevistados ali em frente do público e em direto. Na sequência da rádio, acabei por ser convidado para  ser o”Ilustre Desconhecido”, rubrica que há na Rádio Movimento. Já no final do mês, tem o inicio do 2º semestre na faculdade e uma reunião de elenco do filme”Dragliciuos” de Mayara Santso, que não viria a ser realizado. Creio que, por falta de profissionalismo.

          No inicio de Março, na Universidade Lusófona, houve um encontro de antigos e actuais alunos de Serviço Social. Tive a sorte de ter uma vista guiada á Rtp com o Bruno Gonçalves e Gaspar Lourenço. Fui vistar o gabinete de Trânsito. Como é feito e quem o faz. A meio de Março, fui convidado especial do programa”Kanaga” da Kanaga Tv. Trata-se de um canal de procura de empregos e de moticações especiais na vida.

          Em Abril, comecei pela conversa sempre útil da Anabela Miranda, minha Psicóloga que em muito tem contribuído para o meu crescimento como pessoa. A consulta de rotina ao Hospital dos Capuchos com o Médico Vitor Miguel Maduro. Depois uma viagem a Amarante para passar a Páscoa. Vila Cova da Lixa, era o destino e vistar o meu sogro no Lar de Regradas, o propósito. Terminando o mês com um seminário de Serviço Social no Iscte e o regresso ás aulas pós Páscoa.

          Em Maio, houve um almoço dos antigos alunos do Instituto António Feliciano de Castilho e Branco Rodrigues. Fui ao desconhecido. Ia ver ex.colagas 40 anos depois, outros, mais ou menos 20 anos depois. No final, o balanço não foi positivo. Não reconheci e os que reconheci, nunca chegaram a ser meus amigos. Não gostei, não me aproximei. Pareciam todos estranhos. A idade e o aspeto, que pelo tempo vão envelhecendo, retirava a imagem que tinha de todos com as idades de adolescência. No final, foram eleitos 3 para que no proximo ano possam ser eles a organizar, entre eles, eu. Acabando por mais tarde, dizer por escrito, não estar interessado.

          Em Jenho, começa mal. O falecimento do meu sgro que nos “obriga” a ir de novo á terra. Fomos da parte da terde para Amarante. Depois o velório e o funeral. Ficámos durante uma semana para a missa do 7º dia. Na semana seguinte, fui ao programa “A Tarde é Sua” da Tvi.

          Em Julho, entre alkgumas consultas, um encontro importante no Isce (Instituto Superior de Ciências Educativas). Depois fui á Rádio Autónoma para uma reunião com o João Santareno, a fim de poder vir a colaborar na rádio com uma rubrica de nome “Radar de Informação”. Trata-se de comentar notícias da semana.

          Em Setembro, que em Agosto nada aconteceu. Setembro, foi o inicio de fui saber sobre um casting para o Grupo de Teatro de Benfica.  

          Em Outubro começou com uma entrevista que fiz ao ator Mário Oliveira, que desempanha o papel de”Fahad” da novela”Prisioneira” da Tvi. A entrevista foi feita no Camões na Padaria do Bairro. Mais tarde fui renovar as fotos e a inscrição na Valente Produções. Teve inicio da minha fisioterapia, Onde tive de fazer 15 sessões. Mais tarde, fui então fazer o casting com o ator/encenador Benjamim Falcão em Benfica. Depois, fui em vista guiada á Rtp sobre os seus 60 anos de Telejornal.

          Em Novembro, as consultas e um exame no Hospital Ordem Terceira. Tive o inicio do curso de Secretaria do Forense e tambem o curso de Marketing Digital/Marketing Pessoal, tudo no Citeforma. No final, fui a uma reunião á Liga sobre os problemas que afetamn os deficientes na sua empregabilidade e de oportunidades.

          Em Dezembro, será parte dele com as 2 formações no Citeforma, que entrram na reta final. Algo também inesperado aconteceu, a chamada para casting/entrevista para o”Big-Brother”. Entrevista que poderia correr bem melhor se tivessem lá um elemento que fosse competente e soubesse como se entrevista. Também e sem esperar, um telefonema da tvi, para um casting/entrevista para o concurso “Ver para Crer”. Termina com a ida para Amarante, onde se iria passar o Natal entre a Lixa e o Porto.

          Para que tudo fosse mais perfeito, teria sido preciso ter amigos sinceros leais e duradouros que não tenho e uma mensagem de Natal da família que não houve. Gente desta não merece que se pense nela. Gente como esta, não merece de ser chamada de família!

FESTAS FELIZES!

feliz 2020

Desejo muita felicidade para este ano.

Que sejam 365 dias de realizações,

sucesso e muita prosperidade.

!! Feliz Ano Novo !!

Muitas felicidades e que a cada novo dia Deus cubra você de bênçãos.

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FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO 2020 COM SAÚDE, PAZ E AMOR

      Esta foi a foto que em vesti a farda de Pai Natal em 2005, com a morte do meu pai, logo em Março de 2006, prometi, nunca mais o fazer. No entanto, acaba por servir sempre em todois os Natais, quer nas fotos de perfil, ou mesmo em foto capa. 

          Não me dirijo á minha familia, que também nada me deseja, mas, a quem me desejar no facebook, twetter ou instagram. É nestas alturas, que vemos quem de facto nos dá importância e se interessa por nós e não teóricamente ao londo do ano!

FELIZ NATAL – 2019

Alcântara-Terra – Recordar o rapto do Zé., que eu Assisti!

Foi há muito tempo que aconteceu ter assistido a um rapto. Estava no ano de 1979. Tinha saído de vez do colégio interno, onde estive durante 6 anos. Aliás, os meus melhores anos de vida, onde estive em segurança com muitos outros colegas, vigilantes e professoras.

          Já fora do colégio, entregue ao meu pai. Eram frequentes a ida dele com a minha madrasta e as minhas irmãs, para casa de um casal amigo em Santa Apolónia. Casal esse, constituído pelo Sr. Afonso, a esposa D. Fernanda e os filhos, Helena e Paulo. Estes, iam sempre connosco para a praia de Paço de Arcos e até para a terra deles, Amioso Fundeiro, distrito de Coimbra.

Uma localidade de montanhas e vales, onde eu, o meu pai, o Afonso, o Paulo, o Lázaro e o pai deste. Eram as caminhadas de manha, que nos mantinhamos unidos. Uma tarde passada no poço da boneca, uma espécie de lago fundo, onde todos mergulhavam, num intenso calor. Os pais de Lázaro e a irmã Fátima, colaboravam connosco. Aliás, na noite da nossa chegada, o pai do Lázaro, chegou a levar-me ao colo para a casa deles. Havia entre a casa do Afonso e a casa do pai do Lázaro, uma escada e uma pequena ladeira. O meu pai, ia dizendo, que me colocasse no chão, porque eu era pesadote, mas o pai do Lázaro, não ligou muito e só me meteu no chão, quando entrámos em casa dele. Não havia quartos nessa altura, o meu pai e madrasta dormiram num, eu com o Lázaro, e a Fátima no quarto dela.

           Em Lisboa, iamos fazendo a nossa vida. O meu pai e o Afonso, eram colegas na Carris, na Tipografia. Os filhos dele, eram estudantes, assim como eu. Num desses fins-de-semana, conhecemos outro casal. Parente do casal Afonso. O Sr. António, os filhos António e o José e a mulher, Vitória. Moravam no Alto de Santo Amaro.

          Nesse ano de 79/80, nos Jardins de Belém, ia acontecer um Luna Parque. Onde iria haver umas construções de restaurantes, uma espécie de Feira Popular. O meu pai, o Afonso e o António, em colaboração com os filhos, iam ajundante a construir um restaurante. Eu, tal como, as minhas irmãs, a Helena, a minha madrasta e a D. Fernanda, lá estavamos também á noite, a ver e a apoiar. Era um movimento em redor de outras pessoas a fazerem o mesmo. Nunca se tinha visto nada assim. Muita gente para construirem ali restaurantes, quase de fronte dos Jerónimos.

Algum tempo depois, a Câmara de Lisboa, deve ter embargado e tudo foi pelo”cano”.

          Eu, era um miudo reservado, não me dava muito com os filhos do Afonso e muito menos do sr António. Um dia, o Paulo e o seu fiel amigo Camarinhas, queriam armar uma cilada contra mim, mas como dei por isso, acabou mal. A coisa, era para ser na casa dos vizinhos do Afonso, a Ausenda e do Silvério, estes tinham uma única filha, a Laidinha, hoje Adelaide, Médica. O resto que se iria passar, não vou aqui pronúnciar-me.

Uns fins-de-semana mais á frente, estava em casa do Afonso, onde estavam os filhos, mais o Zé, o irmão, o meu pai,madrasta, D. Fernanda,  D. Vitória. De tarde, o Zé ia a casa buscar qualquer coisa. A minha madrasta, disse-me, porque é que eu não aproveitava e ia com ele. Fui com ele!

Apanhámos o autocarro até a Alcântara. Saímos do autocarro e fomos a pé. Estavamos no passeio para atravessar para o passeio do Pão de Açúcar, que era conhecido na altura e chegámos a meio da estrada, eu avancei e um carro vermelho parou e alguém o chamou. Creio que fosse para lhe pedir uma informação. Cheguei ao passeio de lá, olhei e vi um rapaz a sair do carro e a dar a volta para o passeio. Pouco depois, o carro arranca e nunca mais vi o Zé. Passeio uns minutos a olhar, a pensar e a encontrar uma resposta. Não sei o que se passou, se os do carro o conheciam ou não. Foi rapto, sem dúvida, mas porquê?

          Eram cerca de 18h30. Estava tão preplexo, não sabia o que fazer. Seja como for, tinha de voltar atrás e pior, tinha de contar aos pais dele!

          Nervoso, apanhei o autocarro. Subi a ladeira a pé e cheguei a casa do Afonso. Entrei e subi. Agora, era o que Deus quisesse! Quem me abriu a porta foi a D. Fernanda. Fui corredor a fora e vi os olhares de todos. Mal entrei na sala, a pergunta não se fez esperar -“Onde está o Zé? A mãe D. Vitória, voltou a perguntar :-“O meu filho ficou em casa?- O meu pai:-“Porque vieste sozinho, onde ficou o Zé? Todos queriam saber e eu sem saber o que dizer. A mãe e o pai do Zé, depois disseram, se calhar não quis vir e mandou-o embora sozinho, não foi isso, Rogério? Respondi finalmente:- Não!

Acabei de contar o que verdadeiramente aconteceu. Que tinhamos atravessado juntos, e que ele foi chamado por um carro vermelho e depois de chegar ao passeio, olhei, vi um rapaz a sair e a dar a volta ao carro e depois, vi o carro arrancar e nunca mais vi o Zé. Ele foi levado naquele carro! Naquele momento, quase todos se levantaram e sairam á procura do carro e do filho. Não me deixaram ir. Perguntei se os pais iam apresentar queixa á policia e se eu tinha de ir contar, responderam, que seria o mais natural. Andaram toda a noite e nada. muito mais tarde, receberam um telefonema, que ele estava internado no hospital e que iria ser transferido para o Hospital Militar, por ser tropa. Foram vê-lo ao hospital e o que soube é que ele estava em coma. Nessa altura, senti medo, receio, um misto estranho, como se eu tivesse culpa!

          Muito mais tarde, ele acordou do coma. Depois quando ficou mais ou menos bom, contou o que se passou e que o levaram para a serra do Monsanto, o amarraram, bateram-lhe e depois, despiram-no e deixaram-no ao relento. Foi com muito esforço, que se arrastou até á estrada e depois, conseguiu pedir socorro e desmaiou, creio! Devido a isso, os pais dele, convidaram-nos para um jantar. Mas, avisaram-me, que não perguntasse nada, pois ele estava ainda a recuperar do tão traumático acontecimento. Entrámos e fomos para a sala. O Zé e o irmão estavam ainda no quarto. A D. Vitória e a minha madrasta falaram do sucedido, mas queriam evitar falar ao pé de mim, que tinha assistido e ao pé do filho. Já todos á mesa, as conversas foram mais voltadas para o Zé e a recuperaçao, os estudos, etc. Apresentaram queixa, mas como era menor e não me quiseram envolver em interrogatórios, não falaram que tinha sido eu a assistir ao rapto.

          O mais estranho, é que nunca fomos, nem amigos, nem próximos e foi o que voltou a acontecer depois da recuperação dele. Nunca mais falámos a não ser quando nos cumprimentavamos.

          Hoje, 2019, soube entretanto, que já morreram, o Afonso, a D. Fernanda, a D. Vitória e o Zé. O irmão e o pai, ainda vivos, mas com uma vida de miséria e o álcool!

Israel, cria aplicação gps para Cegos"

Em Israel, não é só um país em guerra religiosa, é também um país que se preocupa com as pessoas com necessidades especiais como os cegos e para eles, criou uma aplicação em gps, onde se podem guiar sem necessidade de terem pessoas de apoio.

Um telemóvel tem a aplicação de gps onde uma vez descarregado, os cegos vão conseguir guiar-se por aí.

MORREU SÓ E NA MISÉRIA A HABITAR NUMA TENDA SEM CONDIÇÕES DE SE SUSTENTAR O ACTOR ZÉ LOPES

São muitos os que têm tido um fim idêntico. Trabalhei com ele no Teatro da Cornucópia, era uma pessoa muito terna.
“O ZÉ LOPES
ANTÓNIO ALVES FERNANDES·TERÇA-FEIRA, 10 DE DEZEMBRO DE 2019·4 MINUTOS
Estava na época sazonal da apanha da azeitona na Cova da Beira: redes, bate-palmas, vibrações nos troncos das oliveiras e filas intermináveis para o Lagar Cooperativo.
Foi neste cenário, que a maioria dos nossos governantes nunca viveu nem conheceu, em que recebi a triste notícia do falecimento do José Lopes – o nosso querido Zé Lopes. Mas recuemos no tempo para conhecer o percurso do Nosso Homem.
José Manuel Lopes nasceu a 31 de Março de 1958. Casapiano, frequentou o curso de Antropologia Social, mas cedo se interessou pelo Teatro, participando como actor em diversas peças, entre elas “Os Negros” de Jean Genet com encenação de Rogério de Carvalho, “Vida e Morte de Bamba” de Lope de Vega com encenação de Luís Miguel Cintra ou “Epopeia de Gilgamesh” com tradução de Pedro Tamen e encenação de Adolfo Gutkin. Esteve presente no Festival Internacional de Teatro de Lovaina na Bélgica com a peça “Eu, Antonin Artaud” e no Festival de Teatro de Sitges (Barcelona) com uma peça encenada por Adolfo Gutkin dedicada ao mito de Drácula. Colaborou ainda com Luís Miguel Cintra na docência da disciplina de direcção de actores na Escola Superior de Teatro e Cinema. Enquanto actor de Cinema, preferiu sempre trabalhar em produções independentes: filmes como “Adeus Lisboa” de João Rodrigues, “Interrogatório” de Maria Mendes e José Pedroso ou “Longe” de José Oliveira, seleccionado para o importante Festival de Locarno. Ainda tive o prazer de contracenar com ele, eu como figurante, no filme “Guerra” do mesmo José Oliveira, na saudosa casa “Amigos do Minho” em Lisboa. Também na música, o Zé Lopes era um excelente tocador de viola (ainda muito novo já acompanhava o Zeca Afonso) e um profundo conhecedor e pesquisador da musicalidade ancestral do nosso povo. Quem não se lembra de “ir e vir ao mar e talvez não voltar”?
Conheci-o há cerca de uma década nos primeiros Encontros Cinematográficos realizados no Fundão. Recebi-o, junto a outros companheiros das lides cinematográficas, na Quinta da Nave de Cima em Aldeia de Joanes. Depressa criei empatia com ele, sempre divertido, curioso e pronto a ajudar. Lembro-me que, apesar das tertúlias cinematográficas se prolongarem pela noite dentro, ele era o primeiro a levantar-se. Muitas vezes eu acordava e já estava à minha espera para me apoiar na “reforma agrária”, juntava-se a mim na rega ou ajudava-me a transportar fruta. Quando os “Encontros” terminavam, a minha Esposa preparava-lhe sempre um “lanchinho” para uma semana. Voltava todos os anos, amava o Fundão, dizia a sorrir que era o seu “Paris Texas” e o último reduto de resistência cultural no país. Várias vezes o apanhei a beijar o chão que pisamos e nunca mais esqueci esse gesto simbólico. Ficava todo arrepiado, lembrava-me o Papa João Paulo II quando chegava pela primeira vez a um país. Confrontado com tão dignificante atitude, explicou-me que dada a generosidade das gentes da Beira, este local lhe estava para sempre no coração e beijava a terra como forma de agradecimento.
Muitos outros encontros se seguiram em Aldeia de Joanes, no Fundão e em Lisboa. Não posso esquecer a sua disponibilidade para se deslocar à Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Aldeia de Joanes, para abrilhantar musicalmente, com a cantora Marta Ramos, a apresentação do meu livro “O Nosso Homem”. As suas actuações foram um verdadeiro sucesso nessa tarde memorável em Março de 2017.
A vida proporcionou-lhe aplausos nos palcos de Teatro, nas salas de Cinema, nos convívios culturais, mas também se atravessou com muitos espinhos: um divórcio muito complicado, uma precariedade que afecta os verdadeiros artistas que não se vendem por “dá cá aquela palha”, um desemprego de longa duração, o fado português de o mérito artístico não ser reconhecido, a doença e a pobreza extrema.
Durante muito tempo recusou, com a altivez de um príncipe, qualquer espécie de ajuda e, quando a obtinha, logo a distribuia por quem mais precisava. Era pobre (não de espírito) mas distribuia generosidade como um Rei. Estava doente mas perguntava sempre pela nossa saúde. Deu tudo aos outros e acabou sem nada…
Aos 61 anos, este andarilho da cultura foi encontrado morto na tenda onde dormia (desde que a segurança social lhe cortara o rendimento mínimo), nos arrabaldes de Sintra, junto a uma estação de comboios… Não se sabe a hora nem o dia em que tal facto aconteceu. Dizem que morreu de causa desconhecida…
Já não volto a ver o Zé Lopes a beijar as terras da Cova da Beira, a tocar, a representar, a dar-me um apertado abraço, a “animar a malta”. Irei vê-lo vivo nos ecrãs do cinema. Nas artes e na cultura o Zé Lopes nunca morre, assim como no coração dos seus companheiros e daqueles que tiveram o privilégio de o conhecer.
Zé Lopes, Homem Livre, descansa em Paz.
António Alves Fernandes
Aldeia de Joanes
Dezembro/2019″
Fernando Heitor

"Casados á Primeira Vista"-Sic- O que faz esta gente entrar?

Nunca comentei sobre as pessoas irem para este tipo de programas. São reality-shows, que mais vende, que mais audiências tem, mas muitas das vezes, não pelos mesmo motivos, nem pelas melhores razões.

A história dos reallyti-shows, já vem de há uns 20 anos com o tão inesperado, insólito e ao mesmo tempo novidade, o “Big-Brother”. Neste programa, era tão autêntico, que nem eles se apercebiam que estavam a ser vigiados. Ficou famoso, o pontapé do Marco á Célia. As aventuras intimas do Marco com a Marta, e as manifestações caricatas do Zé Maria.

Este programa, foi o lançamento de mais uns 4 Bigs, a que se seguiu “A Casa dos Segredos”. Este não trouxe nada de novo, a não ser as compilações dos programas anteriores do “Big-Brother”. Pelo meio, vieram também, as 2 edições do “Big- Brother-Famosos”., onde famosos, se submetiam ao mesmo registo dos anónimos, onde se pode ver entre outros; Vitor Norte, Rita Ribeiro, Lena D!Água, Cláudio Ramos, etc.

Depois vieram outros programas, como “Casamentos á Primeira Vista”, desta feita na Sic. Não nos podemos esquecer de outros menos espalhafatosos como a “Quinta das Celebridades” e o “Circo das Celebridades”, tudo na tvi.

O que de facto nunca se preguntou, o que faz toda esta gente entrar nos programas deste tipo, acima de tudo, os anónimos? Nenhum para promover, revindicar ou provar que tem capacidades para fazer coisas que levem a ter do público, algo de importante.

Pelo que tenho acompanhado, o que leva esta gente é ser famosa, mesmo que pelo pior motivo. Lavar roupa suja, escândalos sexuais, confissões polémicas e de nada irá melhorar depois, as suas imagens fora do écran.

Este programa do”Casados á Primeira Vista”, quer a 1a edição, que esta 2a edição, tem sido o exemplo a não seguir. Ninguém ama ninguém, não suportam o toque e estão lá enquanto são vistos pela tv. As pessoas procuram fama a qualquer custo, mesmo que se submetam a coisas ridículas e impensáveis como casarem sem verem o noivo! Os especialistas que estão a seguir o comportamento, e as atividades que lhes vão dando, para verem onde conseguem evoluir, mostram que para eles mesmos, também não acreditam que algum casal, vai permanecer, depois do programa terminar. Eu acho, que nenhum irá continuar. Enquanto houver câmaras ligadas, estarão de facto, a inventar e a sobretudo a mentirem a si próprios que poderão vir a amar-se para a vida.

Os jantares de grupo têm sido a prova disso. Confessam coisas pessoais, dizem coisas que não tem interesse e depois do jantar, já se pode ver, o que cada um diz do outros, que é exatamente o contrário do que vemos.

Não posso deixar de enaltecer a atitude de Ana Raquel, que não gostou do match que lhe calhou no casamento e depois de ir tentando, dizendo mal, estando sempre contra, que resolveu, o que seria de esperar, sair do programa. Já outro casal, resolveu sair do programa e mais tarde, pediram á produção para regressar á experiencia. Ao que parece, pouco veio a alterar ao que eram antes.

O que move toda esta gente, é fama e aproveitarem as viagens de lua de mel que a Sic deu e aproveitarem, enquanto estão a ter semanas de fama.

Entretanto vem aí mais uma edição de “Big-Brother-2020”

"Cristiano Miguel, de "filho"a ingrato"

Estive a trabalhar num infantário, durante 15 anos. Neste infantário, muito aconteceu, quer de bem, quer de mal.

Uns ligeiros contratempos, fizeram com que Cristiano, não fosse como sempre para casa da avó. Esta ficou doente e sem conseguir ir buscar o neto. A mãe, estava presa e o pai, impedido de o ter. Restava a irmã, que vivia portas meias comigo. Era uma 6a. feira. eu tinha aulas na Gil Vicente.  Pelas 19h30, fechei tudo enquanto o Cristiano andava atrás de mim. Mandeio-o ir buscar a mochila e lá fomos nós, rua acima em direção á Graça. Ele de mão dada comigo, pois passava a ter a grande responsabilidade de ter uma vida nas minhas mãos.

O Cristiano, tinha 7 anos, um pouco reguila, mas muito atento, meigo e bem bonito!

Entrei com ele na Gil Vicente. Na entrada, avisei o segurança, que o menino não podia sair da escola sem mim. Ele tinha um jogo chamado diablo, onde ele tinha de se entreter sozinho. Nunca na minha cabeça, passou a ideia de levá-lo para casa, fechá-lo á chave e ir para as aulas. Seria uma grande responsabilidade da minha parte. Tinha que tomar conta dele, como se de meu filho se tratasse.

Ele ficou no corredor das aulas e antes, disse-lhe que fosse para o quintal e que não saisse de lá, a não ser para vir ter ali, áquele corredor, pois a auxiliar, já sabia. Fui para as aulas mais ou menos descansado. No intervalo, estava ele no corredor sentado, cansado e com sono. Eu, fui chamá-lo, leveio-o ao bar para comer qualquer coisa e depois, foi comigo para a sala de aulas. Leveio-o para o fundo da sala e dizendo-lhe para por a cabeça nos braços e dormir, que depois o ia acordar para irmos embora.

Chegamos a casa, fiz mais qualquer coisa para se comer, depois, mandeio-o á casa de banho fazer xixi e deitar-se. Tinha a televisão no quarto. Disse-lhe para tirar as meias e as cuecas, para as lavar, já que não tinha mais roupa nenhuma dele e tinha de ser lavada sempre!

O fim de semana, de manha dei-lhe o pequeno almoço. Fiz a cama, tomei o pequeno almoço e fomos dar um passeio. Fomos até ao bairro alto, tirar fotos. Vi nele, o Cristiano diferente do infantário. Fomos para casa, estava lá a irmã dele na sua casa na porta da frente. Disse-lhe que fosse lá dar um beijo á irmã e aos bebés dela, enquanto fazia o almoço. De tarde, fomos até Belém. Fomos nos elétrico. Ele todo contente! ia no banco á minha frente, daqueles individuais. Leveio-o ao jardim, á beira rio e lá andámos até casa.

Em casa, jantámos, ele brincava até á hora de ir para a cama. Eu, lavava a loiça e mais tarde, fomos dormir. Já de madrugada, ouvi na casa da irmá dele, os bebés a chorar. Um de 8 meses e outro de 18 meses. Não estava ninguém para os calar. Os pais, tinham saído e os deixado a dormirem. Ao que soube, tinham ido para a discoteca e chegaram pelas 5h da manha. Enquanto eu olhava o Cristiano, que dormia profundamente ao meu lado, pensava que também ele, poderia estar ali sozinho na casa ao lado, sem mais ninguém a não ser os sobrilhos.

De manha, acordeio-o e fomos para o chuveiro. Começava uma aventura para ele e ao mesmo tempo para mim. O chuveiro ficava no corredor, onde era uma partilha entre os vizinhos daquele patamar. De repente, não me lembrava que não havia água quente e que ele, um miudo de 7 aos, nao podia deixar de se lavar. Não podia andar porco e ainda por cima, saberem que estava sob minha responsabilidade. Não havia outra forma. Tomámos banho juntos. Laveio-o, ensaboeio-o, tirei-lhe o sabão com a água fria e eu tb. Ele, tremia como varas verdes. Enroleio-o numa toalha e disse-lhe, que não havia água quente, mas não podia o deixar ir sem se lavar. Quase me emocionei e só faltou lhe pedir desculpa por isso!

Fomos entáo rua abeixo em direção ao infantário para mais um dia de brincadeiras para ele e aulas e para mim, de trabalho. Ao fim da tarde, tudo se ia repetir. Irmos os 2 de volta para a Gil Vicente, onde ele ia para a minha aula, fazer alguns trabalhos de casa, acabando sempre por adormecer. As professoras e auxiliares, também estavam a simpatizar com ele.

De novo na 6a. feira. Fechámos o infantário e lá fomos rua acima para a minha escola. Segurança avisado, auxiliares atentas e por vezes a tomarem conta dele, enquanto eu assistia ás aulas. Depois das aulas, fomos para casa. Quase 23h. Comemos qualquer coisa. Em casa, ainda se ouvia a irmã e o cunhado do Cristiano a falarem. Assim como eles nos ouviam. Fernando, era o companheiro da irmã, um rapaz de 19 anos e já com 2 filhos bebés. Fomos ver televisão e não passou muito tempo para o Cristiano adormecer.

Nessa madrugada, eram mais ou menos 6h da manha, os bebés estavam sozinhos, mas a Teresa, a vizinha de baixo, tinha as chaves e foi lá buscá-los, como já era costume. Eles chegaram mais ou menos pelas 6h30.

Este fim de semana, fomos ao Bairro Alto

Este fim de semana, fomos ao Bairro Alto. Subimos á Misericórdia e disse ao miudo que se colocasse junto do cauteleiro de bronze, para lhe tirar uma foto.

No Domingo, fomos para o Castelo de S. Jorge. Sentei-me e vi a alegria dele. Corria, andava com o diablo atras dele. Depois fomos para o miradouro. Tirei-lhe algumas fotos para se lembrar mais tarde, quer ele, que eu!

De novo entrámos na 2a.feira e os banhos também. A semana toda, feita entre o infantário e a Gil Vicente. Nas manhas de semana, os banhos que já não o faziam tretemer tanto. Mas, lá no Infantário, as pessoas ja diziam, que ele nunca tinha andado tão limpo, desde que estava sob minha responsabilidade. Era bom de ouvir.

A 6a.feira de volta e o ritmo ia manter-se, entre nós os 2. Nunca tinha tido a sensação de “pai”, onde um “filho”, tão obediente tinha arranjado.

Mais um fim de semana. Mais uma madrugada de acontecimentos. Desta feita, o pai dos bebés estava em casa. A mãe, irmã do Cristiano, não estava e foi impedida de entrar. Desavenças entre eles. Pelas 5h, eu estava acordado e ouvi a mãe nas escadas a chamar o companheiro, que se negava a abrir a porta e a policia, insistia para que ele abrisse. Estiveram nisto do abre não abre, cerca de mais de meia hora. Um dos bebés chorava mais que o irmão. Olhava o Cristianinho, que não se apercebia de nada e dormia profundamente. Passava-lhe a mão pela cabeça dele e pensava, se não tivesse sido bem melhor ali a dormir, se eu tivesse de facto, entregue á irmã. Aliás, não entreguei, não porque não quisesse, mas pelas faltas de condições, que a irmã tinha para acolher o irmão naqueles 15 dias.

O Cristiano Miguel, fará sempre parte da minha vida!

Mais tarde, mudei de casa mais para S. Vicente e o Cristiano foi passar o meu aniversário que era num fim de semana. Passeou-se de novo e as confições já eram outras. Tinha á espera dele, uma coisa fantástica, água quentinha!.

A avó melhorou um pouco, mas agora havia um outro problema. O Cristiano tinha outro meio irmão, o Tiago, que era a outra avó que o ia buscar ou o pai. O pai, era mais destraído e alcoólico e a avó, uma senhora adoentada. Tinha pouca saúde para andar a ir sempre buscar o neto. Uma vez, Estava eu com o neto no infantario ás 22h. Nunca mais o iam buscar. Então ligou-se á coordenadora para saber o que se podia fazer e ela lá aconselhou levá-lo a casa da irmã, minha vizinha. Eu leveio-o ao colo e mais uma auxiliar fomos á Graça para saber se a irmã lá estava. Não estava e fui com ele ao colo, a casa do pai do Cristiana podendo a irmã lá estar e nada. Voltámos depois para o infantário. A auxiliar lembrou-se que uma colega nossa morava de fronte da casa da avó dele e ligou-lhe. Depois de dar o número da porta e o andar. Voltei a sair com o miudo ao colo e com a auxiliar e lá fomos pelas 23h15, conseguimos entregar a criança á avó. Ela, ficou muito admirada pelo neto ainda estar no infantário, já que o filho dela, pai do miudo, tinha saído de casa para ir buscá-lo ás 19h. Foi para outros lados em vez de ir buscar o filho. O mais estranho, é que também ainda não estava em casa.

Ainda me lembro de o Cristiano me ter dito que gostava que eu fosse o seu pai. Respondi que ele tinha pai, fosse ele o que fosse. Disse que não gostava dele, que era drogado. Tentei o mais que pude defender o pai, pois, pai é pai, ser bom ou ser mau. Tinha de o ajudar um dia ser um bom pai e foi esta conversa que fomos tendo pela rua abaixo, até ao infantário.

Foi a última semana que ia ter mais uma vez, um companheiro de noite e fim de semana. Gil Vicente ida ao bar, antes das aulas e depois, ir brincar vigiado pelos auxiliares da escola. De volta a casa sempre de mão dada, não fosse o diabo tecêlas!

Fim de semana de elétrico, elavador e até metro, andámos. 

Na 2a. feira, a meio da manha, fui chamado á Psicóloga Joana. Conversámos sobre a minha aventura de”pai” durante os 15 dias e até noutra época especial aniversário, que o levei de novo. A conversa foi bastante emotiva e uma das hipóteses seria ficar com ele. Houve uma pergunta, se eu estaria disponível a adoptá-lo. Um momento em que me emocionei, pois foram vividos com muita intensidade e da parte dele, até já me considerava um”pai”. Contei-lhe a conversa que tive com ele sobre o pai e de facto, disse-lhe, que eu não estava ali para substituir o pai, mas um amigo, uma espécie de irmão mais velho.

A Joana, disse que o processo ia ter inicio, mas que a adopção a ser aceite, eu seria o preferido, mas mais tarde, acompanhando o que se iria passar, foi então que soube, que o Cristiano e o Tiago, meio irmão, iriam então os 2 para a Casa Pia de Lisboa. Fiquei contente na mesma. Uma instituição de acolhimento, onde estarão juntos. 

Anos depois, foram de visita ao infantário. O Cristiano, estava tão bonito, ja com uns 18 anos com o Tiago. Falei com ele , onde se lembrava de tudo o que fiz por ele, mas não me ligou mais nem tirou nenhuma foto comigo com aquela idade e depois pedi, que desse á mãe para me trazer, disse que sim, pois nao tinha nenhuma ali. Passados mais de de 8 anos, nunca mais o vi. Nem encontro a págima dele no facebook.

Não há pior que a ingratidão. Onde se faz o bem, onde damos toda a atenção, amor e carinho, passeios. De lembrar que, nunca o deixei fechado em casa. Que o levei sempre comigo para a escola á noite. Que o levei a passear, a dar-lhe banho, a lavar-lhe a roupa interior e até camisola e calças. Hoje, infelizmente, parece não ter contado nada!

A mãe, saiu da cadeia, foi informada sobre a estada do filho em minha casa e nunca me agradeceu! Dei uma foto em poster grande do Cristiano, tirada em minha casa á avó, ficando com uma igual. Foi a única que agradeceu.

Sempre que olho as fotos do Cristiano, sinto saudades daquele tempo com ele. O que mais me entristece, é a falta de gratidão!

"O que a Greta tem de diferente de outros jovens"?

A jovem tem sido o símbolo de uma juventude preocupada com o ambiente.

Uns, criticam e questionam-se como é possível uma jovem de 16 anos, não vai para a escola e anda em viagens sem fim, e a perder tempo e a fazer gastar dinheiro aos pais. No entanto essa mesma gente, que nada faz e em que nada pensa, sente-se incomodada por quem tem ideias e quer ajudar.

Goste-se ou não, a Greta, é uma nova influencer, mais que não seja de uma imensa juventude, que também está a arrastar gente adulta.

É uma miúda inteligente e que prova mostrar que sabe, o que quer e onde quer ir. Isto difere esta jovem de todo o resto, pois, a grande maioria de jovens, quer é discoteca, copos e pouco se interessam pelo que se passa em redor.

Porque me inscrevi no Big-Brother-2020

Quando me inscrevi no próximo Big-Brother-2020, uma das perguntas, era, “porque quer entrar no realyti-show? Obviamente, que a pergunta a futuros concorrentes faz todo o sentido. Num programa destes, a análise comportamental, as atitudes e o que pensam que vai ser ao entrarem, tem aqui uma importância vital para quem escolhe os milheres de candidatos. Aqueles que se aproximam dos objetivos traçados pelos analistas e produção, são os que ficam e automaticamente, entram no programa.

Todos temos direitos de oportunidades iguais!

A minha resposta a isso, não se prende com a fama obtida, não se prende para aparecer, até porque sou ator, logo isso nunca faria sentido para mim. Mas, há algo que me pode distinguir de todos os outros. Sendo portador de deficiência visual, seria o espelho de milhares de deficientes, que ali se sentiriam representados. Comigo, contariam para mais e melhor consciência sobre a problemática, dificuldades, mas também conquistas. Lições de vida de quem ultrapassa e que não desiste. Consciencializar a sociedade e governantes para melhorarias no campo da empregabilidade e para que produtoras de cinema e televisão, olhassem também para alguns atores cegos e ambliopes, como eu, que fazem por amor, o que mais gostam, quer na música, quer na representação e que tão desprezados são.

Não há dúvida que, os deficientes teriam mais atenção e seriam mais acarinhados pela Comunicação Social, por exemplo.

Deficientes:

Fora com o Preconceito!

          Quando se tem limitações, a vida torna-se complicada. Nasce-se sempre com os olhares dos outros por pena.

          Há instituições, que defendem, que acompanham e encaminham, mas todo o percurso tem de ser feito por cada um de nós, deficientes. Sendo que, a Sociedade parece estar mais afastada, que próxima ou condescendente. Todos sabemos que, o pensamento de toda a gente serve sempre como clichê “Só acontecer aos outros”, mas quando acontece a alguém, a pergunta passa a ser “Porquê a mim”? Isto significa, falta de sensibilidade, educação e cultura. Tem de ser através de campanhas, de programas de sensibilização, capazes de poder mudar mentalidades, radicar preconceitos.

          Passei por coisas inacreditáveis no Centro de Emprego. Gente que não sabia como me atender.  Um estágio, num jardim, como se eu visse bem. Onde depois do erro do Técnico de Emprego, não quis desistir e fui até ao fim. Quis também provar que, embora isto não se faça, mas que ainda assim, tive capacidade de fazer aquela tarefa, para a qual não via bem para tal. Outra consequência da deficiência e preconceito, passou-se na Tap e comigo. Fui a uma entrevista de emprego com outro ambliope como eu. Chegados, entrámos e fomos entrevistados ao mesmo tempo para a copa de aeronaves. O meu colega assinou com a cabeça quase encostada ao papel e eu, pelo contrário, assinei como se visse bem. Ele saiu primeiro e as Psicólogas, entre-olhares e comentaram “como é que ele quer ir para a copa se não vê bem?”. O facto é que eu entrei e fiquei 2 anos e meio. Provei, que era capaz e que outros deficientes também seriam.

          Hoje, houve encontro de pessoas com as suas fragilidades e que partilharam o que têm conquistado na vida pessoal e na escola. Foi na Fundação Liga conjunto com a Oed. Melhoras institucional na Oed? Numa equipa de sucesso não se mexe!

O que seria ótimo, era que as sensibilizações devem começar no ensino básico, passando para o secundário e terminando no ensino superior. Em Licenciaturas de Educação Social e Serviço Social, cursos específicos, onde se vai lidar com as pessoas e suas necessidades, são o que deveriam ser prioritários.

          A Comunicação Social, deveria dar mais destaque a casos de grande sucesso, entre pessoas deficientes, sendo estas, que têm tido mais medalhas que outros e que são menos falados e acarinhados. Falam de da vida de todos os famosos e nunca uma linha sobre atores e ou músicos cegos. O Grupo de Teatro Acreart, sediado na Academia Recreio Artístico, formado por cegos e ambliopes, fadistas cegos, etc.

Manif. Policial

Juiz decide guarda partilhada de Kiara, a cadela.

Pela primeira vez, um Tribunal, neste caso de Família e Menores, vai decidir sobre a guarda partilhada entre os donos que já não vivem juntos.

O Juiz, Joaquim Silva tem em mãos um processo bem caricato. Decidir a guarda de uma cadela.

O interessante disto, é ver a cadela com um comportamento inigualável na sala do Tribunal. Se a moda pega, terá de existir um Tribunal do animal.

O Preconceito Sempre Existe!

Na minha vida, não se tem passado mais do que sofrer de preconceitos. A deficiência visual, é tida como cegueira para muitos. As reações são diversas, mas têm sido em diversos sítios.

Na 6a. feira, fui fazer um teste disgnóstico no Citeforma. Os testes que eram na verdade 3 para o curso de formação de Rececionista de Hotel. Os testes era de captação de inteligência. Uma coisa estranha, porque para um curso daqueles, se os candidatos tinham de ter o 12º ano, á partida, teriam de ser inteligentes. Tive no último teste, bastante dificuldade pois tratava-se saber sobre as peças de dominó. Neste ponto devo ter errado muitos exemplos. Como o curso ia começar dia 18, tinham de fazer as coisas mais apressadas e corrigir, para que os que passassem, teriam de saber á noite por email. Os que iam passar, teriam de ir na 1a feira, para um pequena reunião de grupo. Na 2a de manha, recebi o email, que me informava que infelizmente, não tinha passado á fase seguinte. Obviamente, que não foi por causa dos diagnósticos, mas por ver mal, já que despertou a atenção das técnicas, que ficaram um pouco incomodadas pelo que estavam a ver, enquanto eu ia fazendo o teste.

Notou-se logo que, era preconceito de que, eu a ver assim, não poderia vir a ser rececionista de Hotel. Ora eu, que fiz 19 cursos de formação profissional, desde Animação, Geriatria, Produção Multimédia, Jornalismo e Técnico de Saúde com estágio hospitalar, não ia ser capaz de fazer aquele curso?

Outro episódio aconteceu com um programa da RTP-2. Chamado “Tanto Barulho para Nada”. Fiz a candidatura como tinham anunciado no programa. Um programa onde vai toda a gente de todas as profissões. Eu, enviei com a indicação de que era ator de cinema, tv e teatro, bem como jornalista e acima de tudo, deficiente visual. Onde o objetivo, seria mais uma vez, mostrar que nós, deficientes temos o mesmo direito de oportunidades de divulgar, mostrar e ser acarinhados por isso. Levaram bastante tempo a responder, mas esta semana responderam. O que disseram, foi que, analisaram a candidatura de ir ao programa e que infelizmente não encontraram relevância nisso. Ora, vai lá tanta gente e de mais variadas profissões e eu, que ia mostrar que os deficientes são tao capazes como todos os outros e não era relevante?

Outro episódio, este passou-se num café onde tenho ido sempre, o Café Brasil ao Bairro Alto. Ontem fiquei perplexo, ao ouvir falar de mim comigo, como se eu não estivesse lá. Muitas vezes metiam-me a meia de leite e o pão ou bolo que eu e a mulher pedimos e ele, o empregado, colocava e ia dizendo “Pronto, está aqui”. Ou seja, um tratamento como se eu fosse um cego ou sem abrigo. Ontem, entrei, sentei-me e passado um bocado o empregado veio ter comigo para saber se queria alguma coisa, respondi que estava á espera. Foi para o balcão, comentar alto que com outro empregado e a mulher, passado um bocado, sobre se eu tinha pedido alguma coisa, e o empregado, respondeu, que “ele disse que estava á espera”, se calhar nem está”. Depois, continuou a comentar “A Mulher agora vem sempre sozinha de manha, ele já não vem. Deve estar á espera da mulher, que o venha buscar”. Quando a mulher chegou, o empregado respondeu entre ele e o colega “Afinal, estava mesmo á espera da mulher”. Ora isto, revela falta de profissionalismo. Na hotelaria, nenhum empregado tem o direito de fazer comentários sobre os fregueses, sejam na sua frente, seja quando estes se ausentam.

Rogério Rosa, estreia-se na Rádio Autónoma

Hoje, finalmente deu-se a estreia na Rádio Autónoma, com a rubrica “Radar de Informação”. Conduzido pelo João Santareno, onde em cada semana, um tema ou mais em apenas 10 minutos. Ser comentador, faz de uma pessoa mais comunicativa, sábia e atualizada. Esta estreia, que foi também um teste piloto, foi com um tema bem atual. Uma mãe que colocou o seu bebé no caixote do lixo. Neste projeto, vamos ter mais que um tema e também a colaboração dos ouvintes. Eles podem sugerir temas relevantes, que queiram ouvir comentar no programa.

Foi bom como experiência. João Santareno, é professor na Universidade Autónoma. Vários alunos de Ciência da Comunicação, fazem ali a sua estreia também como locutores. Já neste ano letivo, há programas no ar, realizados por alunos dos 3 anos de Licenciatura. No entanto, também gente de fora, pode fazer isso, não tem de ser aluno da Autónoma.

A rubrica”Radar de Informação“, vem do mesmo nome do site. Esperando que seja um bom contributo.

Hospital Ordem Terceira-Agradecimentos

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Ontem, fui ao Hospital Ordem Terceira, porque tinha um exame para realizar. No registo de entrada, reparei que afinal não era ontem, dia 5, mas hoje, dia 6. Estava mesmo convencido que era dia 5. No entanto, não sei se por pena ao me verem assinar os papeis com a cara quase encostada ao papel, mas o facto, é que acabaram por me atender. Fui para o piso 1, depois de ser chamado. Esperei ainda algum tempo, pois teria de ficar para último. Finalmente fui chamado. Fui atrás do Enfermeiro, André, que me disse, que teria de me despeir, e vestir uma bata e apenas ficar em meias. Coloquei a roupa num cacifo e desloquei-me para uma maca, onde me deitei. Fui tapado e antes de seguir viagem para o referido sitio do exame, colocaram-me o soro. Ao meu lado um doente ressonava bastante, e pouco tempo depois, lá acordou, chamou a mulher, a Médica apareceu para o descansar e o mandar embora. Eu, lá fui com a Médica e um dos enfermeiros. Pelo caminho fomos falando, sobre quem eu era, o que fazia. Respondi, que era ator profissional e jornalista. Com uma certa surpresa por parte da equipa, ia falando dos meus trabalhos em cinema e televisão. No fundo, segundo a Médica, é um procedimento normal, para tranquilizar o doente para que não se sinta ansioso, nervoso e que esteja o mais tranquilo e solto possivel. Depois ao chegar ao local do exame, lá fizeram os procedimentos, fomos conversando e a ouvir o que eles iam falando entre si. Acima de tudo, sobre o futebol, já que o Benfica ia jogar ás 20h. Num ápice de segundos, deixei de ver, ouvir e falar. Passados alguns minutos, acordei por mim e estava de novo no ponto de partida. 

Uma equipa profissional, que além disso mesmo, eram sociáveis e que promoveram um bom ambiente, onde a descontração era o lema. Muito simpáticos! De facto, ia com uma certa expectativa pouco positiva, apesar de me terem dito que era fácil, rápido e simples. Quando vamos para um hospital, tudo nos parece mau, doloroso e impessoal.

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Num tempo em que estamos, que só se fala mal e com alguma razão dos Médicos e suas negligências, falta de profissionalismo, de ética e porque não, falta de vocação, quero expressar aqui, a minha gratidão pelo atendimento, a que ontem fui sujeito no Hospital Ordem Terceira. Um exame, que erradamente me precipitei um dia, mas que mesmo assim, acabaram por me fazerem. Um exame de rotina, que teria de fazer, colonoscopia! Era primário, uma estreia! A equipa que me atendeu do Serviço de Gastrenterologia, os Enfºs: André, Luís e Patrícia Martins, a Dra Suzette Silva e Maria Teresa Oliveira, a anestesista. Obrigado!

Entrevista com Ator Mário Oliveira, o “Fahad” da novela “Prisioneira”

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          Quando me propús entrevistar o Mário, não tinha ideia de qe era a entrevista mais informal que tinha feito até ali. Com aquele ar muçulmano, que carateriza a sua personagem na novela da tvi, a “Prisioneira”. Digamos que, um ar assustador, mas ao mesmo tempo engraçado.

          O encontro deu-se na passada 5a. feira, 3 deste mês de Outubro. 15h30 na Padaria do Bairro. Um sitio bem propício ao sussego. 

          Antes disso, fui ver no google, quyem era afinal Mário Oliveira e o que fez até chegar ali. Mal ver, um enorme curriculo, pormenorizado desde que começou, até a este ultimo projeto. Nuncxa tinha visto nada tão bom curricularmente, desde trabalhos, nomes das personagens, realizadores, produtoras e canais de televisão.

(26/11/1988 | Altura 1.75m | Olhos Castanhos | Cabelo Castanho
Formação
Teatro (resumo desde 2006)
Televisão (resumo desde 2011)
Publicidade (resumo desde 2011)
Cinema (resumo desde 2009)
Data 2010 2004
Data 2013 2013 2013 2011 2011 2010 2010 2008 2008 2007 2006 2006 2006
Data 2019 2019 2019 2018 2018 2017 2017 2017 2016 2016 2016 2015 2015 2014 2013 2012 2011 2011
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2009 2009
Curso Full Training Program Stanford Meisner Escola Profissional de Teatro de Cascais
Formador | Escola John Frey –
Espectáculo “25 de Abril – Historia de uma Revolução” “Matemático Mania” “A Historia da Implantação da República” “O Homem Mais Rico do Mundo” “Falar Verdade a Mentir” “Auto do BI” “Por Linhas Tortas” “Falar Verdade a Mentir” “A Cozinha” “À Procura de Jerzi Grotowski” “Improviso de Versalhes” “Lovers” “De menina Cascais a Cascais menino”
Título “Prisioneira” “Baegabondeu” “Alma e Coração” “Valor da Vida” “Jogo Duplo” “Ouro Verde” “Espelho d’Água” “Ministério do Tempo” “Rainha das Flores” “A Impostora” “Aqui Tão Longe” “Coração D´Ouro” “Poderosas” “Água do Mar” “Fábrica dos Pentes” “Almas Penadas” “Elena” “A Última Ceia”
Marca | Campanha Nívea Heineken
Título “Expatriate”
“Mutant Blast” “Al Fachada” “A Rapariga da Máquina de Filmar” “Banana Mother Fucker” “Os Montros Somos Nós”
“A Carteira Roubada” “O Rim”
Encenação | Local Companhia de Teatro EDUCA Companhia de Teatro EDUCA Companhia de Teatro EDUCA Nelson Mon Forte Laura Valadas Nelson Mon Forte Henrique Martins Isabel Parreira Carlos Avilez Carlos Avilez Luís Rizo Luís Rizo Ricardo Carriço
Personagem Fahad – Amadi Advogado Traficante Terrorista Traficante Líbio Joaquim de Sena – – Homem X – – Sheik Rashid
Ricardo Igor Martins –
Destaque Protagonismo Protagonismo
Personagem Bandana
Carlos Al-Zimborah Igor Martins Realizador Biting Zombie
Luis Rui
Produção | Canal Plural Entertainment | TVI Zak Productions SP Televisão | SIC Plural Entertainment | TVI Plural Entertainment | TVI Plural Entertainment | TVI SP Televisão | SIC Just Up | RTP SP Televisão | SIC Plural Entertainment | TVI SP Televisão | RTP SP Televisão | SIC SP Televisão | SIC Coral Europa | RTP 1 Canal Q RTP 1 RTP Sigma 3
Produção – Box
Realizador | Produção Renato Lucas | Expatriate Pictures Fernando Alle | Alle Films Guerrilha André Vieira Clones Produções Marco Daroeira e Guilherme Trindade | Escola Superior de Comunicação Social Universidade Lusófona Fernando Alle
Idiomas Skills
Português | Inglês)#hit management(Agência que o representa)

          Uma conversa onde não havia a tenção jornalistica, mas entre colegas do mesmo ofício. É sempre importante conhecer gente e o seu outro lado da profissão. Para tal, é preciso ficarmos do lado do público, fingir nada sabermos e fazer as perguntas, que sabemos, que são a curiosidade do público. Muito bom, muito útil e a repetir em tertúlias entre atores conhecidos com atores menos conhecidos, só assim, podemos nos envolver em projetos e, termos todos as mesmas oportunidades de trabalho.

          Aqui fica o que foi esse encontro muito rico e muito útil.

    Deixo aqui, os meus agradecimentos ao Mário com desejos de muitos exitos, e que tenha muita saúde para novos projetos, quer seus, quer de outros que possam surgir, bem como ao seu bebé Dinis e mãe.

Afinal o que é que os Jornalistas aprendem no curso?

Que tipo de jornalismo temos? Será que nao pode descer mais baixo ainda ao terem captado o Angelo Rodrigues a ser levado para o hospital em estado muito grave? Por onde pára, a deontologia profissional que aprenderam? Era mesmo necessário captarem, publicarem e criarem no publico mais angustia, tristeza e quica, fazer crescer mais criticos e culpabilidade no ator?
Por isso, nao admira, tantos jornalistas no desemprego e jornais e revistas a fecharem.

Ângelo Rodrigues, A Força de Viver!

Colega, apesar de nunca termos contracenado, não deixas de ser colega. Tenho-te acompanhado nos teus trabalhos que têm sido muito bons como sabes fazer. És um belo rapaz, um físico excelente e um ser humano como poucos. Um aventureiro e um bom solidário. As viagens que já fizeste e a vontade de aprender e de ensinar, como ninguém.

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Todos os amigos, familiares, teus fãs, te desejam de certeza, rápidas melhoras e que voltes á representação.

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FORÇA, QUE VAIS VENCER ESTA BATALHA.

Diana Fialho e Yuri Mata, condenados!

Diana Fialho e Iúri Mata, acusados pelo Ministério Público (MP) pelos crimes de homicídio qualificado e profanação de cadáver, foram condenados a 24 e 23 anos, respetivamente. Diana Fialho foi ainda considerada, como pena acessória, indigna de herança.  O julgamento iniciou-se em 4 de julho e ambos os arguidos remeteram-se ao silêncio, apesar de o advogado de Iúri Mata ter esclarecido que o seu cliente não estava em condições de o fazer “por esta sob efeito de forte medicação”. Segundo o despacho de acusação do MP, os arguidos “gizaram um plano para matar Amélia Fialho, de 59 anos, e, ao jantar, colocaram fármacos na bebida da vítima quea puseram a dormir”, tendo desferido “vários golpes utilizando um martelo”, que causaram a morte da professora. Após o homicídio, relata a acusação, os arguidos embrulharam o corpo e colocaram-no na bagageira de um carro, deslocando-se até um terreno agrícola, em Pegões, no Montijo, onde, com recurso a gasolina, “atearam fogo ao cadáver”. Na primeira audiência, a inspetora da Polícia Judiciária (PJ) que participou na investigação do crime, Fátima Mira, garantiu que foi Iúri Mata que ajudou a “fazer o reconhecimento e reconstituição do crime”, por se encontrar “arrependido na altura”. Além disso, referiu que foi encontrado “sangue humano” em roupas dos arguidos e na bagageira da viatura utilizada por ambos, além dos documentos de Amélia Fialho, que estavam escondidos e “enrolados em papel higiénico”. Já as imagens de videovigilância da bomba de gasolina, segundo a inspetora, mostram Iúri Mata a comprar um garrafão de água, o qual encheu com gasolina, e Diana Fialho, um pouco depois, a adquirir um isqueiro. Foi em 7 de setembro de 2018 que a filha adotiva e o genro da vítima foram detidos e presentes a tribunal, o qual decretou a medida de coação de prisão preventiva. A arguida está no Estabelecimento Prisional de Tires, enquanto o homem no do Montijo.

As Minhas cronicas

o Amor, hoje, amanha e Sempre!

Na altura em que há um número crescente de violência no namoro, temos de ser nós, capazes de sensibilizar e ajudar a decrescer. O amor, não é isso. O amor, é cumplicidade, afetos, partilha.

Podem-se contar pelos dedos, casamentos felizes com mais de 50 anos juntos. Tudo graças ao respeito, cumplicidade, ao amor, ás cedências de ambas as partes, já que um dos 2, também deve ceder em alguma coisa. Depois, conversas, passeios etc.

Eu, conheci o meu amor em algo tão insólito quanto inesperado. Eu era Bombeiro Voluntário e numa brincadeira, colegas meteram um anuncio numa revista e mais tarde, já depois de ter ido integrado na Marcha de S. Vicente, que depois do desfile na Av. da Liberdade, fomos ao Norte, mais propriamente a Felgueiras. Depois, já no Natal, o telefone tocou, estava eu no quartel e atendi e do outro lado, a tal que viria a ser a minha mulher. Levámos mais de 2h30 ao telefone e no ano seguinte, acabámos por nos conhecer e até hoje, casados e juntos.

No meu caso, é fundamental ter alguém que nos compreende, tenha quase os mesmos gostos, o mesmo respeito, a mesma dedicação e acima de tudo, amor, mais até do que paixão.

https://anchor.fm/radar-de-informacao/

Tudo o que é importante saber!

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